Saturday, October 13, 2007

Familia em rede... 2º Capítulo

Neste capítulo o autor começa por referir dois conceitos importantes, no qual nunca paramos para pensar acerca deles. Os "ciberutópicos" defendem as tecnologias como fundamentais para uma vida melhor, e os "cibercríticos", aqueles que apenas vêm os perigos da internet. No entanto estes dois conceitos estão correctos. É preciso "saber" usar estas tecnologias nos determinados contextos.
Mas Papert refere sempre, que estas novas tecnologias são uma mais valia para a aprendizagem das crianças. Assim o autor refere 3 episódios de aprendzagens: uma em que duas crianças de oito e nove anos de idade, já recorrem ao computador para reforçarem opiniões, outra em que alunos do 4º ano de escolaridade, trabalhando em grupo, desenvolveram um software para poderem estudar a anatomia dos animais. A terceira e última experiência, refere-se a um grupo de alunos do 7º ano que faziam um trabalho sobre "poesia no computador". Uma das alunas, não via qualquer interesse na divisão das palavras por classes gramaticais, como os substantivos ou os verbos.após várias experiências e utilização de programas do computador, foi-se apercebendo que devia "ensinar" o computador a utilizar as palavras apropriadas no respectivo contexto. Desta forma, foi ultrapassando as suas dificuldades e melhorou significativamente o seu rendimento escolar. Com estes exemplos Paper pretende reforçar a ideia de que é importante o uso destas tecnologias no campo da educação.
Em contrapartida, existem os educadores que, apesar de se mostrarem entusiasmados com o uso dos computadores, "enterram as cabeças" para não compreenderem a mudança que isso implica, o autor da-lhes o nome de "avestruzes"

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